Outro dia, numa conversa com a dona deste blog, decidimos fazer uma troca. Cada um escreveria algo para o blog do outro (o meu é o Visão Mundana, logo ali do lado). Temos tido tantas conexões sobre vários assuntos, que, em mais uma conversa com e sem nexo, me inspirei para estas palavras no blog alheio. Não tão alheio assim, hehehehe.
As conexões e os atos descontínuos foram meu norte em nossa conversa. Tudo começou com meu post de alma gêmea. Começamos a debater sobre o assunto e me vi refletindo sobre isso mais uma vez. Na verdade, me questiono se temos almas trigêmeas? Isso até virou piada na boca de um amigo. Ou será que há A alma, mas também existem outras que temos ligações fortes? De onde vem a explicação para que duas pessoas que cresceram separadas, cidades distantes, culturas distintas, vidas diversas pudessem ser tão interligadas? Não falo de uma pessoa apenas. São várias. São muitas.
Não há promiscuidade nisso. Não é uma festona. Apenas identificamos pela energia que nossos corpos emanam que certas pessoas nos carregam positivamente (em alguns casos, chega a ser literal, hehehe). Troca de olhar, de sorrisos, de cumplicidade. Nada ligado há algo fora do eixo amizade. O sentimento pelo outro é forte. Chega a te assustar.
Será que vem de outra vida? De outras vidas? Ou será que começou agora porque o Destino o quis assim? São tantas perguntas. Tantos anseios por respostas. Tanta conectividade.
Ao escrever, olhei por lado e vi um mural com fotos que tenho. Pessoas que me fazem bem. Que quero que estejam comigo, sempre. Se pudesse juntar todo mundo. Ai me lembro de outra amiga, que em uma ligação virou de infância. De duas amizades que começaram do nada e que despertaram ciúmes. Das “mães” que ganhei por este Brasil de ai meu Deus. Dos amigos que estão distantes, mas que, com dois minutos de conversa, parece que não houve afastamento algum.
O bom disso tudo é aguardar as surpresas que virão para as nossas vidas. Que cada pessoa tem o que contribuir no seu tempo, por mais que estejam longe na relação espaço-temporal. Elas fazem parte do seu crescimento. Nós fizemos parte do amadurecimento delas. Afinal, estamos todos conectados.
As conexões e os atos descontínuos foram meu norte em nossa conversa. Tudo começou com meu post de alma gêmea. Começamos a debater sobre o assunto e me vi refletindo sobre isso mais uma vez. Na verdade, me questiono se temos almas trigêmeas? Isso até virou piada na boca de um amigo. Ou será que há A alma, mas também existem outras que temos ligações fortes? De onde vem a explicação para que duas pessoas que cresceram separadas, cidades distantes, culturas distintas, vidas diversas pudessem ser tão interligadas? Não falo de uma pessoa apenas. São várias. São muitas.
Não há promiscuidade nisso. Não é uma festona. Apenas identificamos pela energia que nossos corpos emanam que certas pessoas nos carregam positivamente (em alguns casos, chega a ser literal, hehehe). Troca de olhar, de sorrisos, de cumplicidade. Nada ligado há algo fora do eixo amizade. O sentimento pelo outro é forte. Chega a te assustar.
Será que vem de outra vida? De outras vidas? Ou será que começou agora porque o Destino o quis assim? São tantas perguntas. Tantos anseios por respostas. Tanta conectividade.
Ao escrever, olhei por lado e vi um mural com fotos que tenho. Pessoas que me fazem bem. Que quero que estejam comigo, sempre. Se pudesse juntar todo mundo. Ai me lembro de outra amiga, que em uma ligação virou de infância. De duas amizades que começaram do nada e que despertaram ciúmes. Das “mães” que ganhei por este Brasil de ai meu Deus. Dos amigos que estão distantes, mas que, com dois minutos de conversa, parece que não houve afastamento algum.
O bom disso tudo é aguardar as surpresas que virão para as nossas vidas. Que cada pessoa tem o que contribuir no seu tempo, por mais que estejam longe na relação espaço-temporal. Elas fazem parte do seu crescimento. Nós fizemos parte do amadurecimento delas. Afinal, estamos todos conectados.
Texto de Luis Augusto Nobre, "amigo de infância", jornalista e autor do blog Visão Mundana
Nenhum comentário:
Postar um comentário