sábado, 14 de fevereiro de 2009

Férias, please

A mente cansada se reflete no corpo. Nossa, quanto peso. Levantar da cama é uma tortura... o alarme bem que poderia ser mágico, para deixar que você durma mais uma meia-hora.

Falta paciência com os pequenos obstáculos do dia-a-dia. Engarrafamentos tiram qualquer um do sério, mas tem dias que um simples sinal vermelho pode enfurecer você. Estacionar ao chegar no escritório; fila no elevador; o telefone que toca, mal você coloca a bolsa em cima da mesa. Por que eu saí de casa mesmo?

Eu tenho um amigo que diz que se trabalhar fosse bom e trouxesse alguma satisfação, a gente não seria pago para realizá-lo. Seria um hobby. Não chego a ser tão radical, mas nos últimos tempos, essas oito horas de segunda a sexta tornaram-se intermináveis. Vai saindo tudo no automático. Telefone, e-mail, relatório, reunião, evento, reunião, e-mail... aaaaaah, posso ir para casa?

Quando se está no limite, a única coisa que pode consolar são as férias. Ah, férias... 30 dias de ócio extremo. Viagens, descanso. Nada de telefone e reunião. Momento que parece durar tão pouco. Por que quando se está trabalhando as horas passam tão devagar?

Não consigo imaginar pessoas que não tiram férias por opção. Que vão acumulando até que se tornem compulsórias. Adoro o que faço, as pessoas com quem trabalho, mas tem horas que a gente cansa. Precisamos ficar sem fazer nada, até para retornarmos revigorados para as atividades de rotina.

Estou contando os dias para as minhas férias. Corpo e mente irão agradecer... e muito!

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu também!!! Eu também!!!