Essa eu copiei de um daqueles e-mails com .ppt que nos mandam pela internet.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Frase do dia
Essa eu copiei de um daqueles e-mails com .ppt que nos mandam pela internet.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Farrinhas cariocas
Devo agradecer novamente ao meu amigo gracinha! Eu sei que não rola, Luis, mas a piada será inevitável por um bom tempo. Com a sua pilha Duracel, sempre tem uma programação de primeira na manga. De festa eletrônica a ensaio de escola de samba. Como diria uma amiga, você brilhou nesse fim de semana.
Fazia tempo que eu não ia para uma balada eletrônica. Gosto do som, mas em Salvador não tem tanto lugar bacana. Ou talvez eu precise passear mais pela cena eletrônica da cidade. A sexta à noite rendeu muitas gracinhas... :D
Já o sábado foi quase um grito de Carnaval. “Caracas”, deu até vontade de passar o reinado de Momo em terras fluminenses. “Que papo é esse? Cada um no seu quadrado? / No Mercadinho, 'tamu' junto e misturado”. Bairro de Laranjeiras, bloco Imprensa que eu Gamo (e como!) e muitos amigos, quase todos jornalistas. Brinquei que estava quase me sentindo em casa: bloco de rua, com trio. Com samba bom, melhor ainda!
Já à noite, ensaio de escola de samba. Quadra da Rocinha. Sem maiores comentários. Sempre me encanto com a bateria. Destaque para a Luisa Brunet, que estava por lá. Além de linda, muito simpática com todos. Ganhou a minha admiração. Falou com todos na quadra e não saiu até que o último fã a cumprimentasse ou tirasse uma foto.
Mas a passagem no Rio não foi só farra. Também teve seu lado cult. Visita à exposição do Vik Muniz, artista brasileiro que utiliza materiais inusitados para construir suas obras. Muito diferente. Bem que essa exposição poderia passar por Salvador. Pena que a arte não seja algo tão disseminado nesta minha terrinha tão provinciana. Segue o site com as obras do artista: http://www.vikmuniz.net/. Para quem estiver passando pelo Rio, vale a pena dar uma chegada no MAM e conferir.
Pois bem, o Rio de Janeiro continua lindo. E eu continuo apaixonada por esta cidade. Para matar as saudades, posto uma foto da minha paisagem preferida em terras cariocas.
Pão de açucar
Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudades...
(Samba do avião – Tom Jobim)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Olhar para os lados
Andava sempre por perto
Eu sei
Mas nunca provocou a minha atenção
Agora resolveu fazer alarde
Atiçou minha curiosidade
Vi você
Outros sentidos foram levados pela emoção
Estranha arte esta de olhar para os lados
Perceber o que estava ali tão perto
Mas tão distante
Por percalços do destino ou pura distração
Estar feliz
Quem disse que é difícil encontrar a felicidade? É preciso entender que a felicidade não é um ser, mas um estar. Ela é feita de momentos, efêmeros em si, intensos, singulares, inesquecíveis. Precisamos de sabedoria para usufruí-los e de maturidade para saber que são finitos. Não se é feliz; o correto é estar feliz.
E a tristeza também faz parte da vida, e da mesma forma, ninguém é triste; a tristeza é um estado que assim como a felicidade é finito. A duração pode depender de cada um; em algumas situações (porque nem sempre se tem essa força de espírito), podemos escolher sofrer mais ou menos tempo por alguém ou alguma coisa. Desapego é a palavra de ordem.
Como o claro e o escuro, precisamos de opostos para nos dar conta da existência, das diferenças e das lições que cada estado de ânimo nos proporciona. A tristeza nos ensina a seguir em frente; a felicidade nos ensina que sempre há algo de singular em nossa vida. Devemos valorizar e curtir cada momento. Mesmo os momentos de tristeza, e por que não? Por vezes precisamos secar todas as lágrimas para que um sorriso ilumine o nosso rosto.
Estou curtindo meu estado de felicidade. Sei que terei, cedo ou tarde, momentos tristes a serem enfrentados. Não me acovardarei; enfrentarei todos eles de frente, doando a eles o tempo que merecerem, chorando as lágrimas necessárias, expurgando medos, exorcizando fantasmas. Abrindo espaço para um novo sorriso.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Frase do dia
Essa eu copiei do blog do Noblat. Adorei o trocadilho. Coitado do Obama; até aparecer outra novidade, só vai se falar dele...
“O curioso caso de Benjamin Button”
Quando li a crítica sobre o filme “O curioso caso de Benjamin Button”, pensei cá com meus botões como um filme com um argumento tão simples e surreal poderia estar criando tanta agitação entre críticos e espectadores. Não sou de remoer curiosidades e dúvidas por muito tempo; fui assistir ao filme hoje. E adorei.
Fora os efeitos, a perfeição no uso da maquiagem, a atuação primorosa do Brad Pitt (devo confessar que sempre admirei o rostinho lindo dele, mas o cara vem surpreendendo... já havia me dado conta disso em “Queime depois de ler”), a condução da história é belíssima. Palmas também para quem adaptou o roteiro.
Mais do que uma história sobre um cara esquisito que nasce com características de um idoso, e tem seu relógio biológico oposto ao de toda a humanidade, tornando-se jovem enquanto os outros envelhecem, trata-se da história de um cara que viveu intensamente. Um cara que soube entender que nem sempre as coisas acontecem como desejamos. Que certas situações só podem ser vividas com plenitude em um momento específico. E é essa singularidade, é esse momento certo, que torna a vida especial. Não sei se por conta da fase que estou vivendo, esta mensagem do filme me marcou muito.
Benjamin sabia que estava destinado a amar Daisy (personagem de Cate Blanchett) desde o dia que a viu. Ele, com cerca de sete anos, mas aparentando um velho de mais de 70; ela, uma criança com seus belos e curiosos olhos azuis. Mas os anos deveriam passar, para que no meio de suas vidas, Benjamin e Daisy pudessem viver plenamente seu amor. Encontros e desencontros marcam esta história, como qualquer outra bela história de amor. A efemeridade da felicidade do casal é clara para Benjamin, que vai se sentindo cada vez mais fora da realidade à medida que rejuvenesce. Nem por isso deixou de viver cada instante de sua vida de maneira intensa, aproveitando todas (ou quase todas) as oportunidades que lhe surgiram, mesmo sem a companhia de Daisy.
Recomendo o filme e acho que ele merece todas as indicações que recebeu ao Oscar (foram 13, dentre elas a de Melhor Filme, Melhor Ator – para Brad Pitt, Melhor Direção e Roteiro Adaptado).