Faltam 60 dias para que 2008 se despeça e ceda seu lugar para 2009. Para mim, foi um ano intenso. Já comentei com algumas pessoas que ele me valeu por cinco anos, de tanta coisa que me aconteceu.
Foi um ano de fechamento de ciclos e de recomeços. Ano para colocar pontos finais em histórias que insistiam em ter reticências. Ano de grandes decepções, mas um ano também de muitas lições.
Conheci pessoas muito bacanas, criei novos laços, passei por novas experiências, deparei com sentimentos novos. Foi um ano de descobertas, de ultrapassar limites. Um ano para conhecer os meus limites, acima de tudo, e descobrir meus desejos e vontades. E mais importante, de ter certeza do que eu não quero para a minha vida e fazer escolhas conscientes.
Não me arrependo de nenhuma atitude tomada ou palavra dita. Pedi desculpas quando magoei alguém; não ouvi desculpas quando me magoaram. Aprendi que não se pode exigir de outra pessoa aquilo que ela não pode ser. Que cabe a nós aceitar ou cair fora, antes de cair do precipício. Estive à beira dele, cheguei a me ferir tentando me segurar, e consegui voltar a tempo. E que paisagem bonita eu encontrei neste retorno!
Depressão? Claro, cruzei com ela este ano também. Mas não nos tornamos amigas íntimas. Com toda delicadeza, pedi que se retirasse, pois não havia espaço para ela em minha vida. Tinha mais coisas com as quais me ocupar. Nossa, e como me ocupei.
O trabalho me revigorou este ano. Novas empreitadas, novos desafios. Minha cama sentiu muita falta de mim este ano. Por vezes consegui dormir melhor num hotel do que em casa. Mas valeu a pena cada ausência. Apesar da saudade das pessoas queridas, pude crescer profissionalmente e obter reconhecimento de onde nem esperava.
Este também foi o ano dos amigos. Fiz novos “amigos de infância”. Reforcei laços que a rotina por pouco não desfez. Recebi deles o conforto que precisava para continuar a batalha. Ouvi sermões, recebi carinho, partilhei momentos alegres. Vi também algumas pessoas queridas irem embora, pois precisavam seguir suas vidas em outros lugares, longe de Salvador. Ficou a saudade e a torcida para que encontrassem a felicidade que buscavam. Os que ficaram tornaram-se ainda mais importantes. Estejam longe ou aqui pertinho, sou grata a cada um deles por fazerem parte da minha vida.
E o ano ainda não acabou. Em 60 dias, muita coisa pode e vai acontecer, com toda certeza. Mudanças ainda estão por vir e já estou me preparando para elas. Minha natureza inconstante não me deixará quieta. Antes do ano acabar, farei um novo balanço, e provavelmente chegarei a conclusão que 2008 terá sido um marco histórico. E apesar de tudo, vai deixar saudade...
Foi um ano de fechamento de ciclos e de recomeços. Ano para colocar pontos finais em histórias que insistiam em ter reticências. Ano de grandes decepções, mas um ano também de muitas lições.
Conheci pessoas muito bacanas, criei novos laços, passei por novas experiências, deparei com sentimentos novos. Foi um ano de descobertas, de ultrapassar limites. Um ano para conhecer os meus limites, acima de tudo, e descobrir meus desejos e vontades. E mais importante, de ter certeza do que eu não quero para a minha vida e fazer escolhas conscientes.
Não me arrependo de nenhuma atitude tomada ou palavra dita. Pedi desculpas quando magoei alguém; não ouvi desculpas quando me magoaram. Aprendi que não se pode exigir de outra pessoa aquilo que ela não pode ser. Que cabe a nós aceitar ou cair fora, antes de cair do precipício. Estive à beira dele, cheguei a me ferir tentando me segurar, e consegui voltar a tempo. E que paisagem bonita eu encontrei neste retorno!
Depressão? Claro, cruzei com ela este ano também. Mas não nos tornamos amigas íntimas. Com toda delicadeza, pedi que se retirasse, pois não havia espaço para ela em minha vida. Tinha mais coisas com as quais me ocupar. Nossa, e como me ocupei.
O trabalho me revigorou este ano. Novas empreitadas, novos desafios. Minha cama sentiu muita falta de mim este ano. Por vezes consegui dormir melhor num hotel do que em casa. Mas valeu a pena cada ausência. Apesar da saudade das pessoas queridas, pude crescer profissionalmente e obter reconhecimento de onde nem esperava.
Este também foi o ano dos amigos. Fiz novos “amigos de infância”. Reforcei laços que a rotina por pouco não desfez. Recebi deles o conforto que precisava para continuar a batalha. Ouvi sermões, recebi carinho, partilhei momentos alegres. Vi também algumas pessoas queridas irem embora, pois precisavam seguir suas vidas em outros lugares, longe de Salvador. Ficou a saudade e a torcida para que encontrassem a felicidade que buscavam. Os que ficaram tornaram-se ainda mais importantes. Estejam longe ou aqui pertinho, sou grata a cada um deles por fazerem parte da minha vida.
E o ano ainda não acabou. Em 60 dias, muita coisa pode e vai acontecer, com toda certeza. Mudanças ainda estão por vir e já estou me preparando para elas. Minha natureza inconstante não me deixará quieta. Antes do ano acabar, farei um novo balanço, e provavelmente chegarei a conclusão que 2008 terá sido um marco histórico. E apesar de tudo, vai deixar saudade...
Um comentário:
De nada!!!
Postar um comentário